Ridley Scott acusado de racismo no filme “Êxodo: Deuses e Reis”

Êxodo: Deuses e Reis (Exodus: Gods and Kings, 2014) conta a história do segundo livro da Bíblia, o Êxodo, no qual Moisés lidera os Israelitas para fora da escravidão no Egito. O foco do filme dirigido por Ridley Scott será na relação entre o profeta Moisés e o faraó Ramsés, que se tornam inimigos apesar de terem sido criados como irmãos.

Ridley Scott dirige Christian Bale

Ridley Scott dirige Christian Bale

O Egito é um país de maioria negra mas os atores principais – Christian Bale como Moisés e Joel Edgerton como Ramsés – são brancos. Para complicar mais ainda, os ladrões, assassinos e serviçais são interpretados por atores africanos. Ridley Scott se defendeu dizendo que várias pesquisas foram feitas e que o Egito é um país multicultural e que atores de várias etnias foram escolhidos – árabes, espanhóis, iranianos, ingleses, australianos. Sendo assim, por que não escolher atores negros africanos para representar os dois personagens principais? O próprio Edgerton disse, em entrevista ao The Guardian, ter empatia com quem está contra Scott (mas aceitou o papel). Até campanhas de boicote ao filme estão sendo feitas.

Cartaz original do filme

Cartaz original do filme

Antigamente, quando Hollywood fazia épicos bíblicos nos anos 1950 e 1960, como Os Dez Mandamentos (The Ten Commandments, 1956) e Cleópatra (Cleopatra, 1963), todos os atores eram brancos, no máximo, bronzeados, mas isso era porque os EUA passavam por uma segregação racial e os produtores muito dificilmente permitiriam atores negros em papeis principais. Foi nessa mesma época que surgiu o filme Carmen Jones (1954), com um elenco todo negro, e Acorrentados (The Defiant Ones, 1958), com Sidney Poitier no papel principal e indicado ao Oscar de melhor ator, tornando-se o primeiro ator negro a conseguir o feito, assim como Dorothy Dandridge, de Carmen Jones, foi a primeira atriz negra indicada ao Osar de melhor atriz. Mas esses eram casos raros, muito raros. Teve que surgir o movimento Blaxploitation, no qual negros produziam seus próprios filmes só com pessoas negras tanto atrás quanto na frente das câmeras para o público negro, para Hollywood mudar e colocar mais atores negros em papeis principais e que não eram só de bandidos, ou empregados ou escravos.

Agora que finalmente é possível colocar atores negros representando papeis de africanos, Ridley Scott regride no tempo e coloca atores brancos.

Link para a notícia: http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-109050/

Vencedores do 8º Festival CineMúsica

O Festival CineMúsica de Conservatória é o único festival do Brasil dedicado somente à área sonora do cinema. O evento ocorrerá de 04 a 07 de setembro na cidade de Valença, no Rio de Janeiro, e contará com uma extensa programação de filmes, oficinas e palestras.

109748

A programação completa pode ser conferida aqui, e a lista completa com os premiados, logo abaixo.

Melhor Som:
São Silvestre, para Eduardo Santos Mendes, Luiz Adelmo Manzano, Tide Borges, Lina Chamie, Louis Robin, Rene Brasil, Eric Ribeiro Christani, Luiz Fernandes e Ricardo Farias

Melhor Som Direto:
Serra Pelada, para João Godoy, Marcelo Raposo e Bira (Ubiratan da Silva Guidio)

Melhor Mixagem:
Tatuagem, para Ricardo Cutz

Melhor Desenho de Som: 
Praia do Futuro, para Waldir Xavier

Melhor Edição de Som:
Morro dos Prazeres, para Bernardo Uzeda

Melhor Música Original: 
O Menino e o Mundo, para Ruben Feffer e Gustavo Kurlat

Melhor Seleção Músical:
Exilados do Vulcão, para Fábio Andrade

Melhor Efeitos Sonoros:
Riocorrente, para Ricardo Reis

Melhor Ruído de Sala:
Tatuagem, para Felipe Burger Marques e Renato Galimberti

Melhor Direção de Dublagem: 
Doce Amianto, para Érico (Sapão) Paiva e Guto Parente

Melhor Canção:
Quando Eu Era Vivo, para Marco Dutra e Caetano Gotardo

Troféu Curta-Light – Melhor Som: 
9493, para Marcellus L.

Troféu Curta-Light – Melhor Desenho de Som:
Deixem Diana em paz, para Carlos Montenegro e Cláudio Nascimento

Troféu Curta-Light – Melhor Som Direto:
Todos esses dias em que sou estrangeiro, para Evandro Lima

Troféu Personalidade Sonora 2014:
Roberto Leite

Fontes: adorocinema, festival cinemúsica, wikipedia

Comercial de TV legendado de “Maze Runner – Correr ou Morrer”

Baseado no best-seller homônimo de James Dashner, Maze Runner – Correr ou Morrer (The Maze Runner, 2014) conta a história de um jovem que, um dia, acorda num labirinto lembrando-se apenas de seu nome, assim como outros garotos. O tal labirinto, apelidado de “Clareira”, move-se todas as noites, tornando impossível a saída dali. A chegada de uma garota ajuda-os a entender o que estão fazendo ali e como sair: correndo.

Maze-Runner2

Maze Runner – Correr ou Morrer estreia no Brasil dia 18 de setembro.

Link para a notícia completa com o vídeo: http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-109088/

Fontes: adorocinema, imdb, wikipedia.

Academia divulga homenageados para o Oscar 2015

Quatro personalidades do cinema mundial – e cada um deles é de uma nacionalidade diferente – foram escolhidas para serem homenageadas no Oscar 2015. A cerimônia de entrega dos prêmios especiais agora é separada e no dia da festa só será transmitido um vídeo com cenas do evento (os vídeos completos poderão ser vistos no site do Oscar).

Os quatro nomes são:

8292014 82225 AM

* Tanto Miyazaki quanto O’Hara eram grandes amigos da falecida Lauren Bacall.

8292014 82307 AM

Fontes: adorocinema, wikipedia, imdb

Concurso de críticas sobre “Lucy” (2014)

O AdoroCinema está realizando um concurso de críticas sobre o filme Lucy (2014), dirigido por Luc Besson (de O Profissional e O Quinto Elemento) e estrelado por Scarlett Johansson e Morgan Freeman.

Cartaz nacional

Cartaz nacional

O filme conta a história de uma mulher que aceita servir de “mula”, ou seja, transportar drogas no estômago. Como não tem prática no ramo, acaba absorvendo os químicos e se transformando numa super-humana, com capacidade de usar 100% do cérebro (dizem – mas há controvérsias – que só usamos 10%). Quem já viu o filme, ou pretende ver, pode escrever uma crítica contando sua opinião e enviar para o AdoroCinema, até às 23h59 do dia 1º de setembro (publicar crítica aqui). O melhor texto será publicado no site na terça-feira, dia 02, e o autor ganhará um prêmio surpresa.

Regras:

  • Escreva uma crítica de no mínimo 50 caracteres;
  • Não use linguagem grosseira;
  • Escreva de forma clara, com gramática e ortografia corretas;
  • Evite MAIÚSCULAS na sua crítica;
  • Se você conta segredos ou o final do filme, por favor utilize o botão “Spoiler”.

Trailer legendado:

Vencedores do 13º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

Aconteceu na quarta-feira, 27 de agosto, o 13º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, a cada ano que passa, mais e mais semelhante à cerimônia do Oscar.

Fabrício Boliveira recebe o prêmio de melhor ator por Faroeste Caboclo

Fabrício Boliveira recebe o prêmio de melhor ator por Faroeste Caboclo

O evento, que ocorreu no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, concedeu 7 prêmios ao filme Faroeste Caboclo (2013), baseado na música homônima do Legião Urbana, dentre eles melhor filme, melhor ator – para Fabrício Boliveira -, melhor roteiro adaptado e melhor música. Será isso um indício de que Faroeste será o escolhido para representar o Brasil no Oscar de melhor filme estrangeiro?

Outros prêmios foram para Bruno Barreto e Glória Pires, respectivamente, melhor diretor e melhor atriz por Flores Raras (2013). O melhor ator coadjuvante foi Wagner Moura, por Serra Pelada (2013), e a melhor atriz coadjuvante foi Bianca Comparato, por Somos Tão Jovens (2013), que conta a história de Renato Russo. Pelos prêmios, o grande homenageado acabou sendo Renato Russo e sua banda, Legião Urbana.

Mais um que tem levado todas é O Som ao Redor: o prêmio de melhor roteiro original para Kléber Mendonça Filho soma-se a já extensa lista de prêmios que o filme vem levando desde 2012. O também super premiado Cine Holliúdy (2013) levou de melhor filme de comédia, categoria nova no evento deste ano. O diretor, Halder Gomes, até brincou dizendo que o filme é o “Titanic do sertão”, já que bateu recorde de bilheteria no Ceará.

Cio Blat e Maria Ribeiro encenando Todas as Mulheres do Mundo (1966), com cenas do filme ao fundo

Cio Blat e Maria Ribeiro encenando Todas as Mulheres do Mundo (1966), com cenas do filme ao fundo

A cerimônia em si não teve muitas surpresas, mas surpreendeu pela duração considerada longa (2 horas) e inovou na apresentação do filme Todas as Mulheres do Mundo (1966), que contou com a presença dos atores Caio Blat e Maria Ribeiro encenando diálogos da história, sobrepostos às cenas que passavam no telão. Tudo isso enquanto anunciavam as categorias. O diretor do longa, Domingos de Oliveira, foi homenageado, assim como o Departamento de Cinema da UFF (Universidade Federal Fluminense).

Domingos de Oliveira homenageado

Domingos de Oliveira homenageado

E os “poderosos chefões” do cinema brasileiro – Luiz Carlos Barreto, Cacá Diegues e Nelson Pereira dos Santos – propuseram que o homenageado do ano que vem seja Roberto Farias (outro “poderoso chefão”), irmão de Reginaldo Faria, ex-presidente da Embrafilme (antes desta falir) e atual presidente da Academia Brasileira de Cinema.

Na ordem: Roberto Farias, Luiz Carlos Barreto, Nelson Pereira dos Santos e Cacá Diegues

Na ordem: Roberto Farias, Luiz Carlos Barreto, Nelson Pereira dos Santos e Cacá Diegues

*Link para a notícia completahttp://www.adorocinema.com/slideshows/filmes/slideshow-109023/

Lista completa com indicados e vencedores (em negrito):

Melhor longa-metragem de ficção:
Cine Holliúdy
Faroeste caboclo
Flores raras
O Som ao redor
Tatuagem

Melhor longa-metragem documentário:
A luz do Tom
Dossiê Jango
Elena
Jorge Mautner – O filho do Holocausto
O dia que durou 21 anos
São Silvestre

Melhor longa-metragem de animação:
Minhocas
Uma história de amor e fúria

Melhor longa-metragem infantil:
Corda bamba
Meu pé de laranja lima
Minhocas
Tainá – A origem

Melhor longa-metragem de comédia:
Cine Holliúdy
Colegas
Mato sem cachorro
Meu passado me condena
Minha mãe é uma peça – O filme

Melhor direção:
Bruno Barreto, por Flores raras
Halder Gomes, por Cine Holliúdy
Heitor Dhalia, por Serra Pelada
Hilton Lacerda, por Tatuagem
Kleber Mendonça Filho, por O som ao redor

Melhor atriz:
Fernanda Montenegro, como Bibiana, por O tempo e o vento
Glória Pires, como Lota de Macedo Soares, por Flores raras
Ísis Valverde, como Maria Lucia, por Faroeste caboclo
Leandra Leal, como Zoé, por Mato sem cachorro
Sophie Charlotte, como Tereza, por Serra Pelada

Melhor ator:
Edmilson Filho, como Francisgleydisson, por Cine Holliúdy
Fabrício Boliveira, como João de Santo Cristo, por Faroeste caboclo
Irandhir Santos, como Clécio, por Tatuagem
Irandhir Santos, como Clodoaldo, por O som ao redor
Jesuíta Barbosa, como Fininha, por Tatuagem
Wagner Moura, como Theo Gadelha, por A busca

Melhor atriz coadjuvante:
Alexandra Richter, como Iesa, por Minha mãe é uma peça – O filme
Ana Marlene, como Mãe do Waldisney, por Cine Holliúdy
Ângela Leal, como Dona Berta, por Bonitinha, mas ordinária
Bianca Comparato, como Carmem Tereza, por Somos tão jovens
Sandra Corveloni, como Dona Carminha, por Somos tão jovens

Melhor ator coadjuvante:
Antônio Calloni, como Marco Aurélio, por Faroeste caboclo
Bruno Torres, como Fê Lemos, por Somos tão jovens
Jesuíta Barbosa, como Navalhada, por Serra Pelada
Matheus Nachtergaele, como Coronel Carvalho, por Serra Pelada
Wagner Moura, como Lindo Rico, por Serra Pelada

Melhor direção de fotografia:
A busca
O tempo e o vento
Faroeste Caboclo
Serra Pelada
Flores raras

Melhor direção de arte:
Flores raras
O som ao redor
A busca
Tatuagem
Faroeste caboclo
O tempo e o vento
Serra Pelada

Melhor figurino:
Serra Pelada
Tatuagem
Cine Holliúdy
Flores raras
Faroeste caboclo

Melhor maquiagem:
Flores raras
Faroeste caboclo
Cine Holliúdy
Tatuagem
Serra Pelada

Melhor efeito visual (empate):
Uma história de amor e fúria
O som ao redor
Faroeste caboclo
Flores raras
Serra Pelada

Melhor roteiro original:
Mato sem cachorro
Cine Holliúdy
Serra Pelada
Tatuagem
O som ao redor

Melhor roteiro adaptado:
A coleção invisível
Flores Raras
Meu pé de laranja lima
Faroeste caboclo
A Luz do Tom
Minha mãe é uma peça – O filme

Melhor montagem (ficção):
Somos tão jovens
Cine Holliúdy
O som ao redor
Flores raras
Faroeste caboclo

Melhor montagem (documentário):
Luz do Tom
O dia que durou 21 anos
Jorge Mautner – O filho do Holocausto
Elena
Dossiê Jango

Melhor som:
Uma história de amor e fúria
Cine Holliúdy
Serra Pelada
O tempo e o vento
Faroeste caboclo
Flores raras

Melhor trilha sonora:
Elena
Jards
Jorge Mautner – O filho do Holocausto
São Silvestre
A Luz do Tom

Melhor trilha sonora original:
Serra Pelada
Somos tão jovens
O som ao redor
Flores raras
Faroeste caboclo

Melhor curta-metragem de ficção:
Au Revoir
Flerte
Linguagem
Os irmãos Mai
Todos os dias em que sou estrangeiro

Melhor curta-metragem documentário:
A guerra dos gibis
Até o céu leva mais ou menos
Contos da Maré
Gericinó
Luna e Cinara

Melhor curta-metragem de animação:
Engole ou Cospervilha
Faroeste
Grafiiti dança
Macacos me mordam
O menino que sabia voar
Paleolito
Quinto andar
Um dia de trabalho

Melhor longa-metragem estrangeiro:
A Grande Beleza (La grande bellezza, 2013)
Amor (Amour, 2012)
Azul é a cor mais quente (La vie d’Adèle, 2013)
Blue Jasmine (2013)
Django livre (Django Unchained, 2013)

Fontes: adorocinema, academia brasileira de cinema, wikipedia

Festival de Cinema Lésbico

De 28 a 30 de agosto acontecerá, no MIS, o Festival de Cinema Lésbico, que exibirá filmes e documentários recentes. Além disso, após as sessões de Lésbicas no Brasil e São Paulo em Hi-Fi, haverá debate com os diretores.
 
O Festival celebra o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, criado em dia 29 de agosto de 1996, na cidade do Rio de Janeiro – quando ocorreu o primeiro Seminário Nacional de Lésbicas (SENALE) promovido pelo Coletivo de Lésbicas do Rio de Janeiro (COLERJ). Para comemorar a data, a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, por meio da Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias, e em parceria com Diversa Arte e Cultura e o Museu da Imagem e do Som, realiza o Festival.
 
Eis os filmes:
 
28/08 às 18h
 
Cassandra Rios: a Safo de Perdizes (2003, 62min, DVD)
 
capa-dvd-cassandra1.indd
 
Cassandra Rios foi uma escritora polêmica que ficou conhecida pela ousadia de suas obras, consideradas pornográficas. Na década de 1970, foi uma das autoras brasileiras que mais vendeu livros e também uma das mais perseguidas pela ditadura militar. Pode-se dizer que foi a primeira escritora brasileira a mostrar a mulher como um ser sexual e, mais ainda, a primeira a ter coragem de retratar as homossexuais. Neste vídeo, amigos, estudiosos, familiares, leitores e colegas falam da autora e prestam tributo à sua coragem e pioneirismo. Dir. Hanna Korich.
 
28/08 às 19h10
 
Meu mundo é esse (2009, 15min, DVD)
 
Em diferentes estados do Brasil, desenrolam-se histórias reais de discriminação. Mulheres lésbicas e negras contam como vivem, ganham dinheiro e o que esperam do futuro. Dir. Márcia Cabral.
 
29/08 às 18h
 
Lésbicas no Brasil (2004, 50min) *Após o filme haverá debate com a diretora
 
O filme mostra uma série de vivências e ações do movimento lésbico brasileiro até o início dos anos 2000, recuperando parte da memória desse segmento social organizado, principalmente, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Dir. Maria Angélica Lemos.
30/08 às 16h
 
São Paulo em Hi-Fi (2013, 95min, DVD) *Após o filme haverá debate com o diretor
 
São-Paulo-em-Hi-Fi-Poster
 
Esse documentário histórico resgata a era de ouro da noite gay paulistana, fazendo uma viagem pelas décadas de 1960, 1970 e 1980, a bordo das lembranças de testemunhas do período, trazendo à tona as casas noturnas que marcaram época, as estrelas, as transformistas, os heróis, e até  os vilões: a ditadura militar e a explosão da AIDS. Dir. Lufe Steffen.
 
30/08 às 19h30
 
Tomboy (2012, 82min, DVD)
 
Tomboy-Portrait
 
Laure é uma garota de 10 anos, que vive com os pais e a irmã caçula, Jeanne. A família se mudou há pouco tempo, e ainda não conhece os vizinhos. Um dia, Laure sai para passear e conhece Lisa, que a confunde com um menino. Laure aceita a confusão e lhe diz que seu nome é Mickaël. A partir de então, ela leva uma vida dupla, já que seus pais não sabem de sua falsa identidade. Dir. Céline Sciamma. Elenco: Zoé Héran, Malonn Lévana, Jeanne Disson, Sophie Cattani.
 
Quando: de 28 a 30/08
Onde: auditório LABMIS
Endereço: Av. Europa, 158 – Jardim Europa (São Paulo capital)
Quanto: gratuito

Trailer legendado de “Attila Marcel”, novo filme do diretor de “As Bicicletas de Belleville”

O diretor francês Sylvain Chomet se tornou conhecido por dirigir as animações As Bicicletas de Belleville (Les triplettes de Belleville, 2003) e O Mágico (L’illusioniste, 2010), ambas indicadas ao Oscar.

Cartaz original do filme.

Cartaz original do filme.

Este ano, dia 25 de setembro, estreia seu mais novo filme, a comédia Attila Marcel (2013), sucesso de crítica na França, que conta a história de um homem, Paul, que parou de falar aos 2 anos, quando os pais morreram. Ele é criado por duas tias que sonham em transformá-lo em um pianista de sucesso, mas essa é uma tarefa difícil, já que Paul vive no mundo da lua. Até conhecer uma vizinha excêntrica que o ajuda a acertar as contas com o passado.

 

Trailer legendado de “Whiplash: Em Busca da Perfeição”, filme vencedor de 2 prêmios no Festival de Sundance

Estrelado por J. K. Simmons (mais conhecido como o editor do jornal que odeia o Homem-Aranha) e Miles Teller (o Sr. Fantástico do novo Quarteto Fantástico), Whiplash: Em Busca da Perfeição (Whiplash, 2014) conta a história de um jovem músico que sonha se tornar um grande baterista de jazz, mas sofre com as torturas psicológicas de um rígido professor.

Miles Teller e J.K. Simmons em cena do filme.

Miles Teller e J.K. Simmons em cena do filme.

O filme ganhou o Prêmio da Audiência e o Grande Prêmio do Júri no Festival de Sundance, o festival do cinema independente, e foi indicado ao Queer Palm no Festival de Cannes, que é o prêmio dado a filmes de temática LGBT.

Ainda não há data de estreia marcada no Brasil.

Concurso Cultural: ingressos para a pré-estreia de “Os Cavaleiros do Zodíaco”

lendado

Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário (Seinto Seiya: Legend of Sanctuary, 2014) chega aos cinemas brasileiros dia 11 de setembro e, pela primeira vez, os personagens serão em computação gráfica. A história também comemora os 40 anos de carreira do criador da saga, Masami Kurumada e os 20 anos da primeira exibição na extinta Tv Manchete (atual RedeTv).

Os fãs que estiverem ansiosos para ver logo o filme poderão participar do concurso promovido pelo AdoroCinema: 20 leitores vão ganhar um par de ingressos para a pré-estreia em São Paulo, dia 2 de setembro, com o produtor e os dubladores nacionais presentes (incluindo Hermes Baroli, Letícia Quinto, Elcio Sodré, Leonardo Camillo, Ulisses Bezerra, Francisco Bretas e Gilberto Baroli).

Para participar, basta publicar nos comentários da página da notícia no Adorocinema:
1) O seu nome completo
2) Uma resposta criativa à pergunta: “Qual Cavaleiro do Zodíaco você gostaria de ser, e por quê?”. As 20 respostas mais criativas serão premiadas. Atenção: se faltar uma das duas informações (nome completo ou resposta à pergunta), a participação não será considerada!

Sobre o Concurso Cultural:
Até quando participar? Dia 28 de agosto (quinta-feira), até às 23h59
Quando serão divulgados os resultados? Dia 29 de agosto (sexta-feira), até às 18h, em uma notícia no AdoroCinema

Sobre a pré-estreia de Os Cavaleiros do Zodíaco
Quando? Dia 2 de setembro (terça-feira), às 19h
Onde? Cine Bristol (Av. Paulista, 2064 – Center 3, Bela Vista, São Paulo – SP)

Mini Regulamento
1. Cada participante só poderá enviar uma resposta. Caso contrário, será desclassificado;
2. O AdoroCinema enviará um e-mail para os vencedores e o prazo de resposta é de uma semana após o envio, caso contrário o escolhido perderá o prêmio. A mensagem será enviada para o e-mail cadastrado no site;
3. Preste atenção no endereço enviado. Caso retorne ao remetente, não enviaremos novamente;
4. Sua participação no concurso implica aceitação dos requisitos do regulamento. O AdoroCinema reserva-se ao direito de modificar o regulamento, sem aviso prévio, caso ocorra qualquer situação que impeça e/ou prejudique a ação desse concurso.
5. O concurso vale SOMENTE para moradores de São Paulo ou leitores que estiverem de passagem pela cidade no dia da pré-estreia. O AdoroCinema não vai arcar com verbas de transportes, viagens e hospedagem (mas se você estiver disposto(a) a vir até São Paulo só para ver a pré-estreia, nada te impede de participar do concurso).