Desenhos da Disney reestreiam no Cinemark

A rede Cinemark percebeu que a reexibição de filmes clássicos ou que simplesmente fizeram muito sucesso é um negócio rentável. A sessão “Cinemark Clássicos” já está na quarta edição e, do jeito que está indo, vai ter uma quinta, sexta, sétima…Provavelmente pensando nisso, a Cinemark resolveu, agora, reexibir alguns desenhos da Disney. Eu particularmente não gostei muito da seleção mas como gosto é gosto segue a lista que, no momento, é de apenas quatro filmes. Quem sabe, se essas exibições derem certo, não resolvam exibir outros clássicos da Disney?

Os filmes serão exibidos sempre aos sábados e domingos, com horários variando entre 11h e 12h40, dependendo do cinema, nas seguintes cidades e R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia):

  • Aracaju
  • Belo Horizonte
  • Betim
  • Barueri
  • Brasília
  • Campinas
  • Campo Grande
  • Canoas
  • Cotia
  • Cuiabá
  • Curitiba
  • Florianópolis
  • Goiânia
  • Guarulhos
  • Jacareí
  • Londrina
  • Manaus
  • Niterói
  • Osasco
  • Palmas
  • Porto Alegre
  • Recife
  • Ribeirão Preto
  • Rio de Janeiro
  • Salvador
  • Santo André
  • Santos
  • São Bernardo do Campo
  • São Caetano do Sul
  • São José dos Campos
  • São José dos Pinhais
  • São Paulo
  • Taguatinga (Distrito Federal)
  • Taubaté
  • Uberlândia
  • Vitória

Universidade Monstros (Monsters University, 2013): 24 e 25/10 e 01 e 02/11

Universidade Monstros, lançado 12 anos depois de Monstros S.A. (Monsters, Inc, 2001), conta a história anterior, sobre como Mike e Sulley resolveram seus conflitos na universidade e se tornaram melhores amigos.

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Valente (Brave, 2012): 08, 09, 15 e 16/11

Merida é uma jovem e rebelde arqueira, filha do Rei Fergus e da Rainha Elinor, que desafia os ancestrais costumes do reino ao se recusar casar, trazendo caos. Ao procurar a ajuda de uma feiticeira ela acaba invocando uma maldição, que transforma sua mãe em um temido urso.

*Curiosidade: primeira animação da Pixar, divisão da Disney, a ser protagonizada por uma personagem feminina.

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Carros 2 (Cars 2, 2011): 22, 23, 29 e 30/11

Continuação de Carros (Cars, 2006), obviamente. Relâmpago McQueen e seu amigo Mate viajam o mundo para que Relâmpago participe do Grand Prix. Porém, as coisas saem do controle quando Mate se envolve em um esquema de espionagem internacional.

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A Bela e a Fera 3D (Beauty and the Beast, 1991): 06. 07, 13 e 14/12

Na França do século XVIII, um inventor chamado Maurice vai parar num castelo encantado, onde até os utensílios têm vida, e desperta a ira de uma enorme fera, que o transforma em prisioneiro. Ao saber do ocorrido, sua filha, Bela, faz um acordo: o pai é solto e, em troca, ela fica no lugar dele. Enquanto Maurice tenta conseguir ajuda para salvar a filha, Bela e a Fera vão aos poucos se afeiçoando um ao outro, afeição essa que se transforma em amor quando ela vê a beleza interior da Fera e que pode quebrar um poderoso feitiço. Baseado no conto de Jeanne-Marie Le Prince de Beaumont.

*Curiosidade: primeira animação a ser indicada ao Oscar de melhor filme.

A Bela e a Fera 3D cartaz

Fontes: adorocinema, wikipedia, cinemark, google imagens

Refilmagem de “O Corvo”, filme cult de 1994

20 anos atrás o filme O Corvo (The Crow, 1994) estreou cercado de controvérsia: o ator principal, Brandon Lee (filho de Bruce Lee) morreu já no final das filmagens quando levou um tiro de verdade sendo que a bala da arma deveria ser de festim. Apesar do ocorrido, ou por causa dele (ainda mais que a cena da morte do ator foi incluída na edição final), o filme foi um grande sucesso e ganhou uma legião de fãs, tornando-se cult.

Brandon Lee como Eric Draven, o "corvo"

Brandon Lee como Eric Draven, o “corvo”

Agora foi anunciado que o filme será regravado com Luke Evans, o atual intérprete de Drácula, em Drácula – A História Nunca Contada (Dracula Untold, 2014), no papel principal.

Luke Evans como Drácula

Luke Evans como Drácula

A história de O Corvo, baseada nos quadrinhos de mesmo nome, é sobre um astro do rock que foi assassinado junto de sua noiva e volta à vida para se vingar de seus assassinos.

"Então, atire se quiser..."

“Então, atire se quiser…”

As filmagens começam no primeiro semestre de 2015 e esperemos que não ocorra nenhum acidente fatal com ninguém do elenco…

Fontes: adorocinema, google imagens

“Annabelle” (2014): Uma tentativa mal-sucedida de ser “O Bebê de Rosemary” (1968)

O sucesso de Invocação do Mal (The Conjuring, 2013) foi tão grande – a ponto de o filme ser considerado um dos melhores do ano passado – que era de se esperar uma continuação. De fato haverá uma, que tem previsão de estreia para 2015. Até o momento só foi anunciado que o filme se chamará Invocação do Mal 2, focará num caso acontecido na Inglaterra no final da década de 1970, no qual uma mãe e seus 4 filhos foram assombrados por um poltergeist e será estrelado por Patrick Wilson e Vera Farmiga, que reprisarão seus papeis de Ed e Lorraine Warren, Mas enquanto o filme não estreia, o diretor de Invocação, James Wan, decidiu produzir Annabelle, que conta a história da boneca que apareceu brevemente no filme do ano passado.

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A cena inicial de Invocação, na qual três amigos contam como foram assombrados por uma boneca de porcelana, é repetida no início de Annabelle. O filme, então, volta no tempo para explicar como a referida boneca se tornou “abrigo” de forças demoníacas querendo possuir a alma de alguém. O ano é 1969, não fica muito claro mas é possível perceber devido a uma notícia de televisão sobre os crimes da família Manson e a referência à guerra apocalíptica devido às tensões raciais que Charles Manson, o líder da família, chamou de “Helter Skelter”. Um casal, Mia (Annabelle Wallis, coincidentemente a atriz tem o mesmo nome da boneca) e John (Ward Horton), são a perfeita personificação do sonho americano. Eles são felizes juntos, exemplos de católicos, moram numa boa casa, ele é médico, ela é dona-de-casa e ambos estão prestes a se tornar pais. Tudo lindo, maravilhoso, até o dia em que a filha fugida do casal vizinho e seu namorado voltam e matam os pais da menina. Quando John vai ver o que está acontecendo, ele e sua esposa passam a ser atacados pelo casal, que faz parte de uma seita satânica que tenta evocar o demônio, provavelmente influenciados pela família Manson. Ambos são mortos pela polícia e a moça morre segurando uma das bonecas de Mia (ela coleciona bonecas), que absorve o sangue da falecida, assim, o espírito da moça que se chama Annabelle Higgins passa para a boneca e, daí em diante, Mia e John não terão paz na vida tão cedo.

Annabelle Higgins morta e com a boneca no colo

Annabelle Higgins morta e com a boneca no colo

Logo após o ocorrido coisas estranhas passam a acontecer na casa: a máquina de costura e o fogão ligam sozinhas, a máquina de costura desliga sozinha, a porta do quarto de bonecas preparado para o bebê está sempre aberta e a boneca Annabelle cada hora aparece num lugar diferente. Por via das dúvidas, o casal decide mudar de casa mas não sem antes jogar Annabelle no lixo, já que ela estava nos braços de Annabelle Higgins ao morrer. Eles se mudam assim que a bebê nasce e coisas estranhas continuam acontecendo, a começar pelo fato da boneca misteriosamente aparecer em uma das caixas de mudança, e vão ficando cada vez piores, até o próprio demônio aparecer para assombrar Mia.

Primeira aparição do demônio, confundindo Mia com um choro de bebê

Primeira aparição do demônio, confundindo Mia com um choro de bebê

Mia faz amizade com uma vendedora de livros que já passou por experiências sobrenaturais, Evelyn (Alfre Woodard), e começa a investigar o que está acontecendo. Não demora muito para ela e o marido, que acredita na esposa com facilidade, chamarem o padre – que também acredita na história da boneca possuída com facilidade. Aliás, é impressionante como tudo nesse filme se resolve fácil: o casal Mia e John é um casal feliz e unido, e ele está sempre pronto a ajudá-la, a atender seus pedidos, e a acreditar nela sempre que for necessário. É um casal forçosamente perfeito e os dois atores não ajudam muito a convencer que eles sejam assim tão confiantes um no outro.

Mia e sua única amiga, a vendedora de livros Evelyn

Mia e sua única amiga, a vendedora de livros Evelyn

Após uma série de sustos e a resolução do problema com a boneca, que envolve um sacrifício, ela desaparece e aparece misteriosamente numa loja de antiguidades, onde a mãe de uma das enfermeiras do começo da história a compra para dar de presente à filha.

A tentativa mal-sucedida de ser O Bebê de Rosemary

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Há muitas semelhanças entre Annabelle e O Bebê de Rosemary (Rosemary’s Baby, 1968), mas enquanto este é uma obra de gênio de Roman Polanski, ao nunca deixar claro se Rosemary engravidou mesmo do demônio ou se é coisa da cabeça dela, Annabelle foca muito nos sustos – que são um ponto positivo do filme – e deixa a história de lado, que é mal desenvolvida. Para melhor entender os problemas de Annabelle, aí vão algumas comparações com Rosemary:

1) O casal de Annabelle se chama Mia e John, os nomes dos atores que interpretaram o casal em O Bebê de Rosemary: Mia Farrow e John Cassavetes;

2) A história se passa em 1969, ano da morte da atriz Sharon Tate, esposa de Roman Polanski (diretor de Rosemary), assassinada por membros da família Manson, citada em Annabelle, durante uma notícia de televisão que Mia está assistindo;

3) Mia e John moram numa casa mas logo se mudam para um apartamento, onde barulhos estranhos são ouvidos no andar de cima, assim como em Rosemary. A diferença é que a história de Annabelle se passa na Califórnia, enquanto a de Rosemary se passa em Nova York;

4) Em ambos os filmes há uma personagem que morre caindo da janela. Em Annabelle, a pessoa em questão comete suicídio como forma de sacrifício; em Rosemary não sabemos se ela foi assassinada ou se cometeu suicídio;

5) Mia passa a investigar os estranhos acontecimentos consigo desde que Annabelle Higgins morreu por meio de livros sobre demônios e cultos satânicos. Rosemary faz a mesma coisa, porém, conforme Rosemary vai chegando mais perto da verdade (ou ficando cada vez mais louca, dependendo do ponto de vista), a tensão e o terror vão aumentando, ao contrário da investigação de Mia, que é muita rápida e superficial;

6) O casal de O Bebê de Rosemary era perfeito mas a relação dos dois vai deteriorando conforme Rosemary vai chegando perto de ter o filho. O relacionamento de Mia e John era e continua perfeito até o fim sem sofrer um abalo sequer.

Mia e John: o casal "sonho americano"

Mia e John: o casal “sonho americano”

7) A cor verde predomina no filme, principalmente nas roupas de Mia, e também no cartaz de Rosemary;

8) O carrinho de bebê de Mia é idêntico ao carrinho de Rosemary;

Enfim, Annabelle é um filme muito superficial, que tenta ser O Bebê de Rosemary e aproveita o sucesso de Invocação de Mal, mas só rende alguns bons sustos, nada mais. Os atores podiam ser melhores, falta sentimento em personagens que estão sendo terrivelmente assombrados. A mulher deveria, no mínimo, ficar paranoica com as coisas que vê. Nisso, só se salvam a bebê, que atua melhor que todo mundo no elenco, e a boneca, que, sinceramente… quem compra uma boneca com uma cara daquelas??? Aliás, esse é outro problema: com uma boneca com uma cara dessas é óbvio que algo de ruim iria acontecer. Seria melhor se tivessem utilizado a verdadeira boneca de pano, que tinha uma aparência totalmente inofensiva e, portanto, difícil de acreditar que abrigava o mal.

Isso é bonea que se dê de presente?

Isso é boneca que se dê de presente?

Em Rosemary, a história do homem que supostamente vende sua alma ao diabo para engrenar a carreira de ator e da mulher que quer desesperadamente ter um filho e acaba supostamente sendo mãe do filho de satã e quase enlouquecendo no processo se transforma na história de um casal feliz assombrado por uma boneca que volta à sua vida pacata após o ocorrido como se nada demais tivesse acontecido. Se Annabelle tivesse sido dirigido por Roman Polanski, ou por James Wan (se os atores fossem melhores também), o filme ganharia muito nos quesitos complexidade psicológica e tensão, mas acaba não tendo um e sendo relativamente fraco no outro.

Detalhe: a história contada nesse filme é uma invenção e não o caso real investigado pelo casal Warren (a história real se encontra abaixo), inclusive, os Warren não aparecem nesse filme e só são citados brevemente numa fala do padre, que diz “há um casal que investiga essas coisas”. Então, se você for assistir a esse filme pensando que é mais uma história do casal de paranormais, esqueça.

A verdadeira história da boneca Annabelle

A verdadeira boneca Annabelle

A verdadeira boneca Annabelle: “Aviso, Positivamente não abra”

Annabelle era uma boneca de pano, e não de porcelana, que foi dada de presente por uma mãe a sua filha, Donna, enfermeira, que dividia um apartamento com uma amiga, Angie. Pouco após ganhar a boneca, coisas estranhas começaram a acontecer: a boneca parecia mudar de posição, depois, de lugar. Donna deixava a boneca largada em cima do sofá e, quando voltava do trabalho, ela estava deitada na cama de pernas cruzadas sendo que o quarto estava trancado.

Um mês depois começaram a surgir pedidos como “Nos ajude” e “Ajude Lou” (um amigo delas) escritos em pergaminho e a letra parecia ser a de uma criança. Não havia pergaminho no apartamento. A gota d’água foi quando Donna viu manchas de sangue nas mãos e no peito da boneca. Nisso, ela e a amiga decidiram chamar um/a médium. O/a médium disse que o espírito de uma menina de 7 anos chamada Annabelle Higgins estava na boneca. Ela havia morrido no campo onde agora estava o prédio em que as duas amigas moravam e só queria ser amada por elas, com quem ela se sentia bem. Donna e Angie ficaram comovidas com a história e deixaram o espírito habitar a boneca.

Mas obviamente não era isso e não demorou muito para elas descobrirem a verdade. Lou, o amigo das duas, nunca gostou da boneca e sempre desconfiou que havia algo de errado, chegando a pedir para jogá-la fora. Um dia ele acordou de um sono profundo com a boneca subindo pelas suas pernas até o pescoço e tentando estrangulá-lo. Ele desmaiou após quase morrer asfixiado e com a certeza de que o ocorrido tinha realmente acontecido e não havia sido um pesadelo.

Um outro dia, quando os três estavam organizando uma viagem, barulhos vindos do quarto de Donna fizeram os três pensarem que alguém havia invadido o apartamento. Lou entrou no quarto e só viu a boneca Annabelle jogada num canto. Ao se aproximar dela, ele teve a sensação de que alguém estava atrás dele, mas ao olhar para trás não viu ninguém. Nesse breve instante, ele sentiu seu peito sangrando: haviam 7 cortes que pareciam feitos por uma pata, 3 na vertical e 4 na horizontal. Apesar de queimar de dor, os cortes desapareceram por completo em apenas dois dias.

Isso foi mais que suficiente para Donna chamar um padre, que chamou outro padre, que chamou Ed e Lorraine Warren. Após uma conversa com os três, os Warren chegaram à conclusão de que Annabelle abrigava um espírito inumano. Ele criava a ilusão de vida na boneca, chegando a enganar o/a médium, com o objetivo de possuir uma alma humana. De acordo com os Warren, tivesse o caso durado mais 2 ou 3 semanas os três teriam sido possuídos ou possivelmente mortos.

Por fim os Warren fizeram um exorcismo e chamaram um padre para benzer o apartamento. A pedido de Donna, eles levaram a boneca com eles. Com medo de que algo ruim acontecesse, Lorraine pediu para Ed não pegar a estrada interestadual. Fez bem, já que durante todo o caminho o carro morreu, desviou quando eles passaram por curvas, quase caiu de um penhasco….As coisas só melhoraram quando Ed jogou água benta na boneca. Em casa aconteceram as mesmas coisas que aconteceram no apartamento de Donna e Angie: a boneca mudava de posição, de lugar, levitava e tinha um ódio enorme de padres e qualquer figura da igreja. Um desses padres falou para Annabelle: “Você é só uma boneca, não pode machucar ninguém”. No mesmo dia, voltando para casa, o freio do carro do padre quebrou e ele quase morreu ao se envolver num acidente numa estrada.

Tempos depois, os Warrens construíram um invólucro para Annabelle, onde ela está até hoje, no Museu do Oculto. A frequência de fenômenos estranhos atribuídos à boenca caiu, mas ainda assim algumas coisas aconteceram mesmo após ela ter sido trancada, como o caso do motoqueiro e da namorada que zombaram da boneca e acabaram sofrendo um acidente: ele morreu e ela ficou hospitalizada por mais de um ano.

De acordo com Ed Warren “é melhor não desafiar o mal, pois nenhum homem é mais poderoso que Satã”.

Ed e Lorraine Warren no Museu do Oculto, onde está a boneca.

Ed e Lorraine Warren no Museu do Oculto, onde está a boneca.

Conclusão

Como se vê, a história real de Annabelle é bem diferente e mais interessante que a do filme. Enquanto essa história não é adaptada para o cinema (caso seja um dia), melhor mesmo é assistir O Bebê de Rosemary – e brincar de tentar descobrir se Rosemary é louca ou não –  e aguardar a estreia de Invocação do Mal 2. Ou o próprio Invocação do Mal, ou ainda a câmera escondida do Sílvio Santos.

Trailer legendado: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-225218/trailer-19540236/

Fontes:

Google Imagens

http://www.adorocinema.com/filmes/filme-225218/

http://www.imdb.com/title/tt3322940/?ref_=nv_sr_1

http://www.imdb.com/title/tt1457767/?ref_=nv_sr_1

http://en.wikipedia.org/wiki/Ed_and_Lorraine_Warren

http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Manson

http://www.warrens.net/Annabelle.html

Filmes preferidos de atores e diretores de Hollywood

Alguns dos atores e diretores mais famosos de Hollywood revelaram seus filmes preferidos, que eles simplesmente amam ou que marcaram suas vidas de alguma forma, em alguns casos, ao ponto de fazê-los escolherem a carreira cinematográfica. Tem de tudo: desenhos da Disney, comédias, dramas, musicais…Enfim, eis a lista abaixo.

Angelina Jolie: Dumbo (Dumbo, 1941)

Jolie

A atriz sempre gostou dos desenhos da Disney e seus personagens preferidos são Malévola, de A Bela Adormecida (Sleeping Beauty, 1959) – tanto que interpretou a vilão no filme Malévola (Maleficent, 2014) – e Dumbo (Dumbo, 1941). Ela já até admitiu que chora ao ver o elefantinho voando e ainda disse: “Dumbo é um dos melhores filmes da Disney. Eu sempre me interessei muito pela mãe que é trancada por estar louca, mas esta é uma versão muito sombria!”.

Harrison Ford: O Sol é para Todos (To Kill a Mockingbird, 1962)

Harrison Ford

O clássico filme, baseado no livro homônimo de Harper Lee, sobre a história de um advogado branco que defende um homem negro acusado de estupro durante um dos períodos mais tensos da segregação racial no sul dos EUA, é o preferido do ator Harrison Ford. “Quando eu vi o filme, fiquei muito emocionado com o texto como peça de teatro, emocionado como crítica social, e reconheci a força emocional que surge do filme. E, claro, eu adorei a atuação de Gregory Peck”.

Julianne Moore: O Bebê de Rosemary (Rosemary’s Baby, 1968)

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Sobre o filme, a opinião da atriz já basta: “Eu adoro esse filme porque ele é muito bem construído, e é sobre uma mulher que parece estar paranoica, mas ela não está paranoica, é real. Eu adoro essa ideia. Adoro conspirações, e o fato que ela percebe corretamente o que está acontecendo. Além disso, eu adoro demônios e filmes sobre demônios! Não se faz mais bons filmes de demônios como antes. Os filmes com assassinos não são a mesma coisa!”

Tom Hanks: 2001 – Uma Odisseia no Espaço (2001: A Space Odyssey, 1968)

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Tom Hanks é fã incondicional de Stanley Kubrick e disse ter assistido ao clássico da ficção científica cerca de 40 vezes! “Você pode assistir à história de novo e de novo e ainda refletir sobre o seu significado”.

Johnny Depp e Heath Ledger: O Mágico de Oz (The Wizard of Oz, 1939)

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Dois atores traumatizados na infância encontravam em O Mágico de Oz uma forma de fugir da realidade. “Quando eu era adolescente, eu queria que um tornado me arrastasse e me levasse longe da vida que eu tinha” (Johnny Depp). “Este é o único filme que meus pais me deixavam ver quando eu era pequeno” (Heath Ledger).

John Travolta: Um Homem, Uma Mulher (Un homme et une femme, 1966)

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O drama francês vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro sobre dois viúvos que se conhecem por acaso e iniciam um relacionamento é o filme preferido de John Travolta. Porém, nem sempre foi: quando criança, o filme que o ator mais gostava era o musical A Canção da Vitória (Yankee Doodle Dandy, 1942).

Vin Diesel: …E o Vento Levou (Gone with the Wind, 1939)

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O ator da série Velozes e Furiosos, quem diria, gosta de …E o Vento Levou! Ele diz se identificar com o personagem de Clark Gable, Rhett Butler: “Este cara diz: ‘Eu posso ser grosseiro, mas eu sou o melhor homem para você'”.

Charlize Theron: Na Glória, a Amargura (I Could Go On Singing, 1963)

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A história de uma cantora tentando se reaproximar do filho que não vê há um tempo é o filme preferido de Charlize. Ela não revelou os motivos, mas disse o seguinte: “É o meu filme favorito de todos os tempos”.

Natalie Portman: Dirty Dancing – Ritmo Quente (Dirty Dancing, 1987)

Portman

A adoração de Portman por este musical chega ao nível da obsessão: ela até vai à mesma sinagoga que a atriz principal, Jennifer Grey. “Quando ela aparece, ela sabe que eu vou sempre falar com ela. Eu queria não ficar tão nervosa do lado dela, mas não consigo me controlar. Eu não consigo falar sobre Dirty Dancing. Não posso falar demais senão começo a ficar com lágrimas nos olhos. Existem outros filmes de que eu gosto, mas nenhum que eu tenha assistido tantas vezes“.

Morgan Freeman: Moulin Rouge – Amor em Vermelho (Moulin Rouge, 2001)

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Para Freeman, tudo em Moulin Rouge é simplesmente perfeito, principalmente a parte técnica: “Eu acho que um dos melhores filmes já feitos foi Moulin Rouge, de Baz Luhrmann! Ele é extraordinariamente bem feito. A edição, a direção, os figurinos – absolutamente tudo nele é perfeito”.

Cameron Diaz: Clube dos Cafajestes (Animal House, 1978)

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Ao contrário dos atores acima, que gostam de gêneros diferentes daqueles que costumam atuar, Cameron sempre gostou de comédias e, quando decidiu ser atriz, foi justamente para fazer comédias. “Eu me lembro de ver Clube dos Cafajestes quando eu era criança. Eu sempre gostei de filmes engraçados, extremamente sinceros, que simplesmente dizem as coisas como elas são. Esses sempre foram os filmes em que preferi trabalhar, e são os filmes que me deixaram a impressão mais duradoura”.

Christian Bale: Um Ninja da Pesada (Beverly Hills Ninja, 1997)

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Christian Bale, o Batman, tem como filme preferido uma comédia. Chris Farley estava simplesmente fenomenal. Um Ninja da Pesada sempre será um dos melhores para mim. Uma vez eu sentei e assisti ao filme duas noites seguidas, e chorei de rir nas duas vezes. O cara é um fenômeno…”

Steve Carrell: Dr. Fantástico (Dr. Strangelove, 1964)

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Mais um fã de um filme de Kubrick, mas dessa vez, de uma comédia. Dr. Fantástico é muito tolo, mas ao mesmo tempo possui um tema totalmente sombrio. E leva à reflexão… As coisas que são ditas naquele filme são impressionantes. Muito sintomáticas daquele período da História, também. Algo que te dá arrepios e te faz rir ao mesmo tempo é incrível”.

Will Smith: Guerra nas Estrelas (Star Wars, 1977)

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Pela declaração de Smith, a vida dele não seria a mesma se não tivesse assistido ao primeiro filme da franquia: Star Wars foi a primeira vez que eu fiquei totalmente surpreso com um filme. Foi o filme que mais influenciou a minha decisão de fazer filmes de ação”. E, ainda: “Toda a minha carreira, eu tenho tentado fazer as pessoas sentirem a mesma coisa que Star Wars me fez sentir”.

Jonah Hill: Os Bons Companheiros (Goodfellas, 1990)

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Jonah Hill tem, na verdade, 5 filmes favoritos, mas Os Bons Companheiros é o primeiro da lista. Os outros 4 são:  De Volta Para o Futuro (Back to the Future, 1984), O Grande Lebowski (The Big Lebowski, 1998), Boogie Nights – Prazer Sem Limites (Boogie Nights, 1997) e Três é Demais (Rushmore, 1998).

Brad Pitt: Planeta dos Macacos (Planet of the Apes, 1968)

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Pitt tem algum trauma com a religião sob a qual foi criado, já que interpretou Planeta dos Macacos sob esse viés (e ainda deu um pseudo-spoiler): “Você precisa sair e ver as coisas, é isso que me incomoda na religião, porque ela te diz o contrário. É isso que eu amo em O Planeta dos Macacos. No fim, quando Charlton Heston vê a Estátua da Liberdade…. Ele também citou Os Embalos de Sábado à Noite (Saturday Night Fever, 1977) como um outro filme preferido.

Uma Thurman: Confidências à Meia-Noite (Pillow Talk, 1959)

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O filme preferido de Thurman é uma comédia romântica completamente despretensiosa:  “A minha vida inteira, eu quis ser a Doris Day. Um dos meus filmes preferidos é Confidências à Meia-Noite. É uma comédia leve, despretensiosa, muito divertida de assistir. Eu adoro o fato que Doris sempre interpretava ela mesma nos filmes”.

Mark Ruffalo: Sindicato de Ladrões (On the Waterfront, 1954)

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Ruffalo escolheu Sindicato de Ladrões com base na perfeição e na importância sócio-política do filme, além, é claro, da atuação impecável de Marlon Brando, que ganhou o Oscar de melhor ator pelo papel.  “Marlon Brando está no seu auge. É um filme de Elia Kazan, que é um dos melhores diretores de todos os tempos. E tem a mistura perfeita de uma boa história, crítica social e boas atuações. É um filme político, e ainda é relevante”.

Jodie Foster: O Ódio (La haine, 1995)

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Jodie Foster, sempre intelectual, escolheu um drama francês pouco conhecido:  “Eu me apaixonei completamente pelo filme assim que o vi. Fiquei realmente comovida, eu acho que ele lida com a violência de uma maneira muito madura. Ele fala sobre a fusão de culturas, o modo como a cultura americana praticamente permeou o mundo. Parte disso é bom, e parte é ruim, mas não dá para voltar atrás”.

Jennifer Garner: Um Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption, 1994)

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O drama na prisão é um dos filmes mais emocionantes que Garner já viu:  “É uma história dolorosamente bonita. É tão bem contada, que sempre quando passo os canais na televisão e vejo que este filme está passando, eu acabo assistindo até o fim”.

Jason Bateman: Sangue Negro (There Will Be Blood, 2007)

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Bateman não só é super fã de Sangue Negro como ainda tem Paul Thomas Anderson, o diretor do filme, como influência em sua carreira como diretor.

Michael Caine: O Terceiro Homem (The Third Man, 1949)

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Caine escolheu o clássico noir pós Segunda Guerra Mundial como filme predileto, citando a atuação de Orson Welles (que faz uma ponta) como ponto alto.

Gwyneth Paltrow: A Vingança dos Nerds (Revenge of the Nerds, 1984)

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Aparentemente, Paltrow não tem um filme que seja exatamente preferido, mas ela citou A Vingança dos Nerds pelo seguinte motivo: “Eu sei fazer todo o rap no final de A Vingança dos Nerds e todo o diálogo de Jeff Spicoli, mas infelizmente, minha competência para por aí. No entanto, eu adoro filmes, e mesmo que seja um documentário, um clássico ou algo de Seth Rogen, eu sempre fico empolgada de ver algo de que os meus amigos gostam”.

Guy Pearce e Russell Brand: O Homem Elefante (The Elephant Man, 1980)

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A história real do homem que sofre de uma doença que o deixa deformado é o filme preferido tanto de Pearce quanto de Brand. Este último chegou a passar trotes imitando a voz e a fazer protestos contra corporações na Inglaterra vestido como o personagem. Opinião de Pearce: “Eu adoro a maneira como David Lynch capturou a história deste homem com uma deformidade séria e como ele capturou o período. Não é apenas por ter filmado a história em preto e branco, é também pelo uso da trilha industrial que realmente te transporta para o período. É um filme incrivelmente real e muito poderoso”.

Quentin Tarantino: Três Homens em Conflito (Il buono, il brutto, il cattivo., 1966)

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Tarantino: “No topo da lista, eu tenho que colocar a trilogia de Sergio Leone, especialmente Três Homens em Conflito – meu filme preferido, sem dúvidas, e a maior façanha da história do cinema”. Levando em consideração que o filme não tem história, é só um amontoado de situações brilhantemente editado, realmente é a “maior façanha da história do cinema”.

Steven Spielberg: Lawrence da Arábia (Lawrence of Arabia, 1962)

Steven Spielberg

Além de Will Smith, Spielberg também teve sua vida marcada por um filme. No caso, Lawrence da Arábia. O fascínio pela obra é tanto que ele ajudou a fazer a restauração e a conversão para o DVD, no qual há um documentário em que ele fala sobre a importância do filme e o impacto que teve em sua vida.

Seth MacFarlane: A Noviça Rebelde (The Sound of Music, 1965)

Seth MacFarlane

O criador de Uma Família da Pesada e Ted adora musicais e o preferido é A Noviça Rebelde: “Eu preciso admitir: meu filme preferido é A Noviça Rebelde. Desculpa. Eu sei que é uma resposta tosca, mas eu adoro A Noviça Rebelde. É A Noviça Rebelde… Não é nenhum filme independente obscuro. Tem pessoas que gostariam de me ouvir dizer que o preferido é Clube dos Pilantras – que é o meu número dois…”.

Pete Docter: A Viagem de Chihiro (Sen to Chihiro no kamikakushi, 2001)

Pete Docter

O diretor de Monstros S.A. (Monsters Inc., 2001) e Up – Altas Aventuras (Up, 2009) é fã de Hayao Miyazaki e do desenho A Viagem de Chihiro: “Eu sou um grande fã do trabalho de Miyazaki. Ele é simplesmente incrível. Como todos os seus filmes, A Viagem de Chihiro tem esses momentos de verdade, esses momentos realmente bem observados, seja com emoção humana, ou na maneira como a água desliza sobre uma pedra”.

Fontes: adorocinema, imdb.

Ridley Scott acusado de racismo no filme “Êxodo: Deuses e Reis”

Êxodo: Deuses e Reis (Exodus: Gods and Kings, 2014) conta a história do segundo livro da Bíblia, o Êxodo, no qual Moisés lidera os Israelitas para fora da escravidão no Egito. O foco do filme dirigido por Ridley Scott será na relação entre o profeta Moisés e o faraó Ramsés, que se tornam inimigos apesar de terem sido criados como irmãos.

Ridley Scott dirige Christian Bale

Ridley Scott dirige Christian Bale

O Egito é um país de maioria negra mas os atores principais – Christian Bale como Moisés e Joel Edgerton como Ramsés – são brancos. Para complicar mais ainda, os ladrões, assassinos e serviçais são interpretados por atores africanos. Ridley Scott se defendeu dizendo que várias pesquisas foram feitas e que o Egito é um país multicultural e que atores de várias etnias foram escolhidos – árabes, espanhóis, iranianos, ingleses, australianos. Sendo assim, por que não escolher atores negros africanos para representar os dois personagens principais? O próprio Edgerton disse, em entrevista ao The Guardian, ter empatia com quem está contra Scott (mas aceitou o papel). Até campanhas de boicote ao filme estão sendo feitas.

Cartaz original do filme

Cartaz original do filme

Antigamente, quando Hollywood fazia épicos bíblicos nos anos 1950 e 1960, como Os Dez Mandamentos (The Ten Commandments, 1956) e Cleópatra (Cleopatra, 1963), todos os atores eram brancos, no máximo, bronzeados, mas isso era porque os EUA passavam por uma segregação racial e os produtores muito dificilmente permitiriam atores negros em papeis principais. Foi nessa mesma época que surgiu o filme Carmen Jones (1954), com um elenco todo negro, e Acorrentados (The Defiant Ones, 1958), com Sidney Poitier no papel principal e indicado ao Oscar de melhor ator, tornando-se o primeiro ator negro a conseguir o feito, assim como Dorothy Dandridge, de Carmen Jones, foi a primeira atriz negra indicada ao Osar de melhor atriz. Mas esses eram casos raros, muito raros. Teve que surgir o movimento Blaxploitation, no qual negros produziam seus próprios filmes só com pessoas negras tanto atrás quanto na frente das câmeras para o público negro, para Hollywood mudar e colocar mais atores negros em papeis principais e que não eram só de bandidos, ou empregados ou escravos.

Agora que finalmente é possível colocar atores negros representando papeis de africanos, Ridley Scott regride no tempo e coloca atores brancos.

Link para a notícia: http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-109050/

Vencedores do 8º Festival CineMúsica

O Festival CineMúsica de Conservatória é o único festival do Brasil dedicado somente à área sonora do cinema. O evento ocorrerá de 04 a 07 de setembro na cidade de Valença, no Rio de Janeiro, e contará com uma extensa programação de filmes, oficinas e palestras.

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A programação completa pode ser conferida aqui, e a lista completa com os premiados, logo abaixo.

Melhor Som:
São Silvestre, para Eduardo Santos Mendes, Luiz Adelmo Manzano, Tide Borges, Lina Chamie, Louis Robin, Rene Brasil, Eric Ribeiro Christani, Luiz Fernandes e Ricardo Farias

Melhor Som Direto:
Serra Pelada, para João Godoy, Marcelo Raposo e Bira (Ubiratan da Silva Guidio)

Melhor Mixagem:
Tatuagem, para Ricardo Cutz

Melhor Desenho de Som: 
Praia do Futuro, para Waldir Xavier

Melhor Edição de Som:
Morro dos Prazeres, para Bernardo Uzeda

Melhor Música Original: 
O Menino e o Mundo, para Ruben Feffer e Gustavo Kurlat

Melhor Seleção Músical:
Exilados do Vulcão, para Fábio Andrade

Melhor Efeitos Sonoros:
Riocorrente, para Ricardo Reis

Melhor Ruído de Sala:
Tatuagem, para Felipe Burger Marques e Renato Galimberti

Melhor Direção de Dublagem: 
Doce Amianto, para Érico (Sapão) Paiva e Guto Parente

Melhor Canção:
Quando Eu Era Vivo, para Marco Dutra e Caetano Gotardo

Troféu Curta-Light – Melhor Som: 
9493, para Marcellus L.

Troféu Curta-Light – Melhor Desenho de Som:
Deixem Diana em paz, para Carlos Montenegro e Cláudio Nascimento

Troféu Curta-Light – Melhor Som Direto:
Todos esses dias em que sou estrangeiro, para Evandro Lima

Troféu Personalidade Sonora 2014:
Roberto Leite

Fontes: adorocinema, festival cinemúsica, wikipedia

Comercial de TV legendado de “Maze Runner – Correr ou Morrer”

Baseado no best-seller homônimo de James Dashner, Maze Runner – Correr ou Morrer (The Maze Runner, 2014) conta a história de um jovem que, um dia, acorda num labirinto lembrando-se apenas de seu nome, assim como outros garotos. O tal labirinto, apelidado de “Clareira”, move-se todas as noites, tornando impossível a saída dali. A chegada de uma garota ajuda-os a entender o que estão fazendo ali e como sair: correndo.

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Maze Runner – Correr ou Morrer estreia no Brasil dia 18 de setembro.

Link para a notícia completa com o vídeo: http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-109088/

Fontes: adorocinema, imdb, wikipedia.

Academia divulga homenageados para o Oscar 2015

Quatro personalidades do cinema mundial – e cada um deles é de uma nacionalidade diferente – foram escolhidas para serem homenageadas no Oscar 2015. A cerimônia de entrega dos prêmios especiais agora é separada e no dia da festa só será transmitido um vídeo com cenas do evento (os vídeos completos poderão ser vistos no site do Oscar).

Os quatro nomes são:

8292014 82225 AM

* Tanto Miyazaki quanto O’Hara eram grandes amigos da falecida Lauren Bacall.

8292014 82307 AM

Fontes: adorocinema, wikipedia, imdb

Concurso de críticas sobre “Lucy” (2014)

O AdoroCinema está realizando um concurso de críticas sobre o filme Lucy (2014), dirigido por Luc Besson (de O Profissional e O Quinto Elemento) e estrelado por Scarlett Johansson e Morgan Freeman.

Cartaz nacional

Cartaz nacional

O filme conta a história de uma mulher que aceita servir de “mula”, ou seja, transportar drogas no estômago. Como não tem prática no ramo, acaba absorvendo os químicos e se transformando numa super-humana, com capacidade de usar 100% do cérebro (dizem – mas há controvérsias – que só usamos 10%). Quem já viu o filme, ou pretende ver, pode escrever uma crítica contando sua opinião e enviar para o AdoroCinema, até às 23h59 do dia 1º de setembro (publicar crítica aqui). O melhor texto será publicado no site na terça-feira, dia 02, e o autor ganhará um prêmio surpresa.

Regras:

  • Escreva uma crítica de no mínimo 50 caracteres;
  • Não use linguagem grosseira;
  • Escreva de forma clara, com gramática e ortografia corretas;
  • Evite MAIÚSCULAS na sua crítica;
  • Se você conta segredos ou o final do filme, por favor utilize o botão “Spoiler”.

Trailer legendado:

Vencedores do 13º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

Aconteceu na quarta-feira, 27 de agosto, o 13º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, a cada ano que passa, mais e mais semelhante à cerimônia do Oscar.

Fabrício Boliveira recebe o prêmio de melhor ator por Faroeste Caboclo

Fabrício Boliveira recebe o prêmio de melhor ator por Faroeste Caboclo

O evento, que ocorreu no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, concedeu 7 prêmios ao filme Faroeste Caboclo (2013), baseado na música homônima do Legião Urbana, dentre eles melhor filme, melhor ator – para Fabrício Boliveira -, melhor roteiro adaptado e melhor música. Será isso um indício de que Faroeste será o escolhido para representar o Brasil no Oscar de melhor filme estrangeiro?

Outros prêmios foram para Bruno Barreto e Glória Pires, respectivamente, melhor diretor e melhor atriz por Flores Raras (2013). O melhor ator coadjuvante foi Wagner Moura, por Serra Pelada (2013), e a melhor atriz coadjuvante foi Bianca Comparato, por Somos Tão Jovens (2013), que conta a história de Renato Russo. Pelos prêmios, o grande homenageado acabou sendo Renato Russo e sua banda, Legião Urbana.

Mais um que tem levado todas é O Som ao Redor: o prêmio de melhor roteiro original para Kléber Mendonça Filho soma-se a já extensa lista de prêmios que o filme vem levando desde 2012. O também super premiado Cine Holliúdy (2013) levou de melhor filme de comédia, categoria nova no evento deste ano. O diretor, Halder Gomes, até brincou dizendo que o filme é o “Titanic do sertão”, já que bateu recorde de bilheteria no Ceará.

Cio Blat e Maria Ribeiro encenando Todas as Mulheres do Mundo (1966), com cenas do filme ao fundo

Cio Blat e Maria Ribeiro encenando Todas as Mulheres do Mundo (1966), com cenas do filme ao fundo

A cerimônia em si não teve muitas surpresas, mas surpreendeu pela duração considerada longa (2 horas) e inovou na apresentação do filme Todas as Mulheres do Mundo (1966), que contou com a presença dos atores Caio Blat e Maria Ribeiro encenando diálogos da história, sobrepostos às cenas que passavam no telão. Tudo isso enquanto anunciavam as categorias. O diretor do longa, Domingos de Oliveira, foi homenageado, assim como o Departamento de Cinema da UFF (Universidade Federal Fluminense).

Domingos de Oliveira homenageado

Domingos de Oliveira homenageado

E os “poderosos chefões” do cinema brasileiro – Luiz Carlos Barreto, Cacá Diegues e Nelson Pereira dos Santos – propuseram que o homenageado do ano que vem seja Roberto Farias (outro “poderoso chefão”), irmão de Reginaldo Faria, ex-presidente da Embrafilme (antes desta falir) e atual presidente da Academia Brasileira de Cinema.

Na ordem: Roberto Farias, Luiz Carlos Barreto, Nelson Pereira dos Santos e Cacá Diegues

Na ordem: Roberto Farias, Luiz Carlos Barreto, Nelson Pereira dos Santos e Cacá Diegues

*Link para a notícia completahttp://www.adorocinema.com/slideshows/filmes/slideshow-109023/

Lista completa com indicados e vencedores (em negrito):

Melhor longa-metragem de ficção:
Cine Holliúdy
Faroeste caboclo
Flores raras
O Som ao redor
Tatuagem

Melhor longa-metragem documentário:
A luz do Tom
Dossiê Jango
Elena
Jorge Mautner – O filho do Holocausto
O dia que durou 21 anos
São Silvestre

Melhor longa-metragem de animação:
Minhocas
Uma história de amor e fúria

Melhor longa-metragem infantil:
Corda bamba
Meu pé de laranja lima
Minhocas
Tainá – A origem

Melhor longa-metragem de comédia:
Cine Holliúdy
Colegas
Mato sem cachorro
Meu passado me condena
Minha mãe é uma peça – O filme

Melhor direção:
Bruno Barreto, por Flores raras
Halder Gomes, por Cine Holliúdy
Heitor Dhalia, por Serra Pelada
Hilton Lacerda, por Tatuagem
Kleber Mendonça Filho, por O som ao redor

Melhor atriz:
Fernanda Montenegro, como Bibiana, por O tempo e o vento
Glória Pires, como Lota de Macedo Soares, por Flores raras
Ísis Valverde, como Maria Lucia, por Faroeste caboclo
Leandra Leal, como Zoé, por Mato sem cachorro
Sophie Charlotte, como Tereza, por Serra Pelada

Melhor ator:
Edmilson Filho, como Francisgleydisson, por Cine Holliúdy
Fabrício Boliveira, como João de Santo Cristo, por Faroeste caboclo
Irandhir Santos, como Clécio, por Tatuagem
Irandhir Santos, como Clodoaldo, por O som ao redor
Jesuíta Barbosa, como Fininha, por Tatuagem
Wagner Moura, como Theo Gadelha, por A busca

Melhor atriz coadjuvante:
Alexandra Richter, como Iesa, por Minha mãe é uma peça – O filme
Ana Marlene, como Mãe do Waldisney, por Cine Holliúdy
Ângela Leal, como Dona Berta, por Bonitinha, mas ordinária
Bianca Comparato, como Carmem Tereza, por Somos tão jovens
Sandra Corveloni, como Dona Carminha, por Somos tão jovens

Melhor ator coadjuvante:
Antônio Calloni, como Marco Aurélio, por Faroeste caboclo
Bruno Torres, como Fê Lemos, por Somos tão jovens
Jesuíta Barbosa, como Navalhada, por Serra Pelada
Matheus Nachtergaele, como Coronel Carvalho, por Serra Pelada
Wagner Moura, como Lindo Rico, por Serra Pelada

Melhor direção de fotografia:
A busca
O tempo e o vento
Faroeste Caboclo
Serra Pelada
Flores raras

Melhor direção de arte:
Flores raras
O som ao redor
A busca
Tatuagem
Faroeste caboclo
O tempo e o vento
Serra Pelada

Melhor figurino:
Serra Pelada
Tatuagem
Cine Holliúdy
Flores raras
Faroeste caboclo

Melhor maquiagem:
Flores raras
Faroeste caboclo
Cine Holliúdy
Tatuagem
Serra Pelada

Melhor efeito visual (empate):
Uma história de amor e fúria
O som ao redor
Faroeste caboclo
Flores raras
Serra Pelada

Melhor roteiro original:
Mato sem cachorro
Cine Holliúdy
Serra Pelada
Tatuagem
O som ao redor

Melhor roteiro adaptado:
A coleção invisível
Flores Raras
Meu pé de laranja lima
Faroeste caboclo
A Luz do Tom
Minha mãe é uma peça – O filme

Melhor montagem (ficção):
Somos tão jovens
Cine Holliúdy
O som ao redor
Flores raras
Faroeste caboclo

Melhor montagem (documentário):
Luz do Tom
O dia que durou 21 anos
Jorge Mautner – O filho do Holocausto
Elena
Dossiê Jango

Melhor som:
Uma história de amor e fúria
Cine Holliúdy
Serra Pelada
O tempo e o vento
Faroeste caboclo
Flores raras

Melhor trilha sonora:
Elena
Jards
Jorge Mautner – O filho do Holocausto
São Silvestre
A Luz do Tom

Melhor trilha sonora original:
Serra Pelada
Somos tão jovens
O som ao redor
Flores raras
Faroeste caboclo

Melhor curta-metragem de ficção:
Au Revoir
Flerte
Linguagem
Os irmãos Mai
Todos os dias em que sou estrangeiro

Melhor curta-metragem documentário:
A guerra dos gibis
Até o céu leva mais ou menos
Contos da Maré
Gericinó
Luna e Cinara

Melhor curta-metragem de animação:
Engole ou Cospervilha
Faroeste
Grafiiti dança
Macacos me mordam
O menino que sabia voar
Paleolito
Quinto andar
Um dia de trabalho

Melhor longa-metragem estrangeiro:
A Grande Beleza (La grande bellezza, 2013)
Amor (Amour, 2012)
Azul é a cor mais quente (La vie d’Adèle, 2013)
Blue Jasmine (2013)
Django livre (Django Unchained, 2013)

Fontes: adorocinema, academia brasileira de cinema, wikipedia